quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Apresentação




Amigo leitor (a), a atenção especial que é dada a esta obra BLOG; AS DEZ PRAGAS DO EGITO, não é outra senão a de reproduzir parte dos livros do Pentateuco a começar pelo livro de (ÊXODO), onde o autor do mesmo, procura salientar sem snobismos, o Deus da história da humanidade.
Não pretendo aqui esgotar o assunto em pauta existente no texto: e sim tecer aqui, uma relação intrigante entre o texto bíblico e a pessoa do leitor. Digo a você: Aprofunde seu conhecimento na Biblia.
A cada dia o povo descobre o tesouro dos Livros Sagrados e, progressivamente, vai tomando conciênçia da relação que existe entre Bíblia e vida. Além disso, as pessoas que estudam a Biblia, deveriam se concientizar de que a Biblia não deve ser interpretada ao pé-da-letra e, nem tão pouco, tirar ou acrescentar-lhe palavras e ideias, aliás, a Bíblia não deve ser torturada, e nem sofrer nenhuma forma de mutilação; e nem feita refém para que ela diga o que alguém pretende que ela diga.

ANTECEDENTES HISTÓRICOS
Acreditar em fatos biblicos que marcaram épocas; conhecer a história das antigas civilizações não é apenas questão de cultura, e principalmente, é dado necessário para se conhecer e avaliar a qualidade do melhor conhecimento que é o conhecimento de Deus, algo que só pode ser adquirido através da leitura inteligente das Sagradas Escrituras.
Podemos dizer que hoje, o povo cristão percebe cada vez mais a Bíblia. A Palavra de Deus se torna, assim, verdadeira "lâmpada para os pés, e luz para o caminho" conforme (Sl-119, 105)
Bíblia é fonte inesgotável e sem fim é também nossa sede.

DOXOLOGIA
"Sim Senhor! De todos os modos engrandeceste e tornaste glorioso o Teu povo. Nunca, em nenhum lugar , deixaste de olhar por ele e de o socorrer". (Sb-19, 22)



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Introdução



O EXÔDO; E O SURGIMENTO DO POVO DE DEUS 
Com a morte de José e seus irmãos assim como toda essa geração, termina a história de uma família e começa a história de um povo, conforme a promessa de Deus registrada em (Gn-46, 3).
Isto ocorreu com Israel, pelo fato, do Patriarca Jacó ter escolhido para morar o país do Egito, Jacó levou para o Egito, seus filhos cada qual com sua familia. Os descendentes de Jacó eram ao todo setenta pessoas.
Os filhos de Israel se tornaram fecundos e se multiplicavam; tornaram-se cada vez mais numerosos e poderosos, a tal ponto que o país ficou repleto deles.
Nesse interim, subiu ao trono do Egito um novo rei que não tinha conhecido José. Ele disse  ao povo e aos seus ministros: Israel ta se tornando mais numeroso e poderoso do que nós. Vamos vençê-los com astúcia para impedir que eles se multipliquem ; do contrário, em caso de guerra, eles se aliarão com o inimigo, nos atacarão e depois sairão do país. Os mandantes egípicios, impuseram sobre Israel capatazes, que os exploravam em trabalhos forçados e assim construiram para o Faraó as cidades fortificadas e, com seus tesouros.


Pedagogia no Deserto

APÊNDICE
Alguém poderia questionar: por que o povo hebreu permaneceu no deserto por 40 anos?
Penso que a melhor resposta vem depois da leitura do livro dos Números que narra esta epopeia do povo de Deus a travessia do deserto rumo a terra prometida.

PARAFRASEANDO
Geograficamente falando, uma distância em torno de 220/km separava o Egito da terra de Canaã Sendo que, 11 dias de caminhada,  era o bastante para o povo hebreu  chegar na terra prometida. 
Dá impressão de que aquele povo tinha memória curta. Será que Moisés ao conduzir a fuga do povo hebreu esqueceu-se de pesquisar sobre o caminho que dava acesso a terra de Canaã ou isto foi um acidente de percurso digamos assim; ou será que Javé equivocou-se? Nada disso!

ÊXODO 13:17-18  DECLARA:
“Quando o Faraó deixou sair o povo, Deus não o guiou pela rota da terra dos filisteus, embora este fosse o caminho mais curto, pois disse: ‘Se eles se defrontarem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito’. Assim, o Senhor fez o povo dar a volta pelo deserto, seguindo o caminho que leva ao mar Vermelho.

REFORÇANDO:
“O Texto Sagrado, do livro de (Is-40, 12), afirma que todas as coisas estão sob o conhecimento onisciente de Deus e, que Ele mediu numa vasilha a superfície da Terra; a água do mar com a concha da Sua mão; e pesou as montanhas do mundo numa balança, e as colinas e os abismos em pratos”. 

EMPURRANDO COM A BARRIGA
Amigo leitor (a). Você já teve a sensação que algo que é relativamente fácil às vezes demora a acontecer? Já percebeu que, em nossas vidas, há coisas que sabemos que devemos fazer, mas acabamos por empurrar com a barriga em quase todas as situações? Determinamos que algo é necessário, sabemos que será o melhor para nós, mas simplesmente não fazemos e o tempo vai passando. Podem ser coisas simples como uma dieta ou o início de um programa de exercícios físicos. Pode ser algo mais sério como a resolução de um problema, um conflito ou o acertar de nossas contas espirituais com Deus por meio de devoção e disciplina. Simplesmente vamos ficando onde estamos e o tempo vai passando e, caímos na cantiga do curiango que, ao grasnar, emite um som enfadonho que diz mais ou menos assim: amanhã eu vou... amanhã eu vou; e nunca vai? É o chamado cântico do marasmo.

PEDAGOGIA NO DESERTO
O deserto foi o tempo da grande disciplina e pedagogia para o povo hebreu. Não basta estar livre; é preciso aprender a viver a liberdade e conquistá-la continuamente para não voltar a ser escravo outra vez. No deserto Israel teve que superar muitas tentações: acomodações, desânimo, vontade de voltar para trás desconfiança de Javé e dos lideres, imprudência etc. Foi no confronto com essas situações que Israel descobriu o que significa ser livre para construir uma sociedade justa e fraterna alicerçada na liberdade  e voltada para a vida. 
Foram precisos 40 anos de caminhada no deserto, crianças nascendo e velhos morrendo, para mostrar que Deus é muito paciente para ensinar seus filhos e nós somos muito apressados para nos equivocar, reclamar, reclamar e reclamar. É extraordinária a mente humana. A essas alturas os hebreus já haviam esquecido-se das jornadas de trabalho forçado, das torturas e espancamentos, do verdadeiro genocídio que tinham sofrido. Viviam chorando pelo passado, paralisados pela recordação.
Deus cedeu a muitas reclamações, mandou maná, um pão de mel bom de mais da conta, mandou água potável, mandou codornas para os esfomeados  e aloprados consumidores de carne. 

"TRIGO E JOIO"
O propósito de Deus era ensinar! Ensinar que nem sempre devemos seguir a maioria e, é preciso ser diferente e saber agradecer. Ser diferente é difícil, por isto de todo aquele povo, apenas duas pessoas pisaram na Terra Prometida, Josué e Calebe.
O zig-zag no deserto foi uma estratégia criada por Deus para separar “o fiel do infiel”. Dentre todos os que saíram do Egito estavam muitos escravos e gerações e mais gerações que não conheciam a história de José, que certa vez, fizera a diferença naquela terra – representando o Deus Altíssimo. 
Deus abriu o Mar Vermelho e durante o deserto: falou, fez comida se materializar, colocou uma nuvem para fazer sombra durante o dia e uma tocha de fogo para aquecê-los durante a noite. Mas mesmo assim, o povo só murmurava, queria deuses de estátuas para ver, tocar e adorar.

REFLEXÃO
Deixamos de progredir quando empurramos para outros a nossa responsabilidade. Queremos que outros façam por nós, que outros assumam nossos riscos, que outros lutem nossas lutas. Assim nunca avançaremos. O Senhor nunca falha na sua parte, mas nunca assume o que já nos delegou. Nossa parte é buscar a comunhão, submeter nossa mente, emoções e vontade ao seu controle e seguir sua orientação e comando. Só nós podemos fazer isso por nós. Façamos e a vitória virá.
Desertos virão e teremos que atravessá-los. Se vamos levar 11 dias ou 40 anos depende essencialmente de nós. O Senhor nos quer dar a terra prometida. Não acampemos na desolação do mundo (Egito). Os servos do Senhor herdarão a terra. Entenda de Deus qual a sua parte da herança e vamos possuí-la! Já!

A história; A politica e a Religião do Povo Hebreu



O EXODO. O SURGIMENTO DE UM POVO ESCRAVO 
Acredita-se que, originalmente, os hebreus chamavam a si mesmos de israelitas, embora esse termo tenha caído em desuso após a segunda metade do século X a.C. Os hebreus falavam uma língua semítica da família Cananéia, à qual se referiam pelo nome de “língua de Canaã” (Isaías 19:18. Esse povo, apagado pela grandeza de estados muito maiores, tecnologicamente avançados e mais importantes politicamente foi responsável, contudo, pela composição de alguns dos livros que compõem a Bíblia, obra considerada sagrada por religiões ocidentais e orientais.
Os hebreus foram um dos primeiros povos a cultuar um único Deus isto é, a professar uma religião monoteísta.
Na crença dos hebreus, o único Deus é Javé (Jeová), cuja imagem não pode ser representada em pinturas ou estátuas para evitar idolatria. Essa crença é a origem das três maiores religiões monoteísta do mundo (Nm-11,  4-5`).

UMA  ESCRAVIDÃO  DE LONGA DATA
Quem vê Israel falando assim - saudades do peixe que comíamos no Egito, dos pepinos, melões, cebolas, alhos - Parece que eles viviam no paraíso. Mas, esse mesmo povo a um tempo atrás, estava clamando a Deus para que o Senhor tirasse-os da escravidão que eles viviam naquele lugar.
O escravo não tem vontade própria, Israel quando escravo vivia sob o domínio egípcio, eram explorados, castigados, humilhados... E agora estavam com saudades do Egito (tempo de escravidão)?
Contudo, quanto mais oprimiam o povo de Israel, mais ele crescia  e se multiplicava. Os filhos de Israel começaram a se tornar um pesadelo para os egípicios e, Israel teria que amargar a vida com dura escravidão.
Aí você me diz: Nos nossos dias isto não aconteceria, a escravidão já foi abolida, certo? Errado!
Como assim? Tem muita gente que é escrava e não sabe.

A Primeira Praga do Egito. A Água se Torna em Sangue

(Ex-7, 14-24)
Uma das histórias mais espetaculares de toda a Bíblia e que chama a atenção de cristãos e não cristãos é a narrativa das 10 pragas derramadas pelo Senhor sobre o Egito, e a maneira incrível que o Êxodo aconteceu.Meus irmãos, todos conhecem as 10 pragas do Egito, quando Moisés, usado por Deus, conduziu as negociações com Faraó, no sentido de objetivar a saída dos judeus (Ex-10-1-20).

GENOCIDIO 
No inicio do livro de Êxodo assistimos um genocídio no capítulo 01 onde as águas do rio foram usadas para ceifar a vida de inocentes crianças do sexo masculino.
O contexto em apreço relata que o Faraó ordenou a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida.
Os anos se passaram Moisés nasceu naquele tempo que um Faraó perseguia os Hebreus e oprimia ordenando a morte de seus filhos, a fim de evitar insurreição dentro do território egípcio. Deus confundiu o Faraó de tal maneira que Moisés foi adotado pela Filha de Faraó, e criado dentro dos palacios de Faraó com todas regalias e privilégios. (At. 7:21,22) 
A morte dos bebês do sexo masculino era estratégica, evitava a formação de guerreiros entre os hebreus, havendo somente meninas, os Hebreus jamais poderiam guerrear contra os egípcios para se libertar. Não é de se duvidar que algumas crianças hebreias tenha sido sacrificada a falsos deuses, embora o texto sagrado não registre.
Essa praga, como as que se seguiram, atacou os deuses egípcios, que não tiveram como se defender. O Rio Nilo era primordial para a vida egípcia (Ex-4, 9), e numerosos deuses egípcios estavam associados a esse rio, inclusive acreditava-se que os Faraós tinham controle sobre o mesmo. Javé entretanto dominou o Nilo e toda água ligada a ele. E aquilo que os egípcios consideravam como fonte de vida o Senhor o transformou num rio de sangue da morte.

A Segunda Praga do Egito. As Rãs

(Ex-7, 25). 
As rãs eram veneradas no Egito porque estavam associadas à fertilidade. Essa praga atinge a casa do Faraó; os magos realizam o mesmo prodígio. Mais uma vez, os magos pioraram a praga com sua imitação, mas são incapazes de conter os efeitos da mesma.
Cada uma dessas pragas têm um significado específico, mas quero falar hoje sobre um detalhe muito interessante que observamos na narrativa da segunda praga, a praga das rãs.
O texto diz que Deus enviou rãs sobre toda a terra do Egito. Tinha rãs nas águas, nos pastos e nas casas, aonde você imaginar, tudo estava tomado de rãs.

USE A IMAGINAÇÃO
Pense por um instante como seria acordar pela manhã e sentir o seu corpo coberto por rãs. Você sai da cama e sente um barulho “estranho” debaixo de seus pés, acabou de pisar em uma rã. Vai ao banheiro fazer sua higiene pessoal, andando na ponta dos pés desviando das rãs. Levanta a tampa do bacio e dá de cara com um monte de rãs olhando pra você. Antes de escovar os dentes, você tem a tarefa de tirar as rãs de dentro da pia. Vamos ao café. Você tira as rãs que estão sobre sua cadeira, sobre sua xícara e sobre os talheres, definitivamente, é difícil até imaginar como manter o apetite diante de uma cena dessas.
Se imaginar já é uma tarefa terrível, imagine viver uma situação dessas. Ter que conviver com bichos pegajosos e nojentos, que soltam espuma pela boca e uma gosma densa pela pele provocando um mau cheiro insuportável, é de dar ânsia em qualquer um.

A Terceira Praga do Egito. Os Piolhos

(Ex-8, 12-15).
Aqui mostra a impotência dos magos, obriga-os a reconhecer que, no momento, são incapazes de conter o processo de libertação. Nesta terceira praga, (a do piolho), assim como na sexta e na nona, Faraó não foi avisado.
Na terceira praga Arão estendeu a mão com o seu bordão e feriu o pó da terra que se tornou em piolhos que infestaram nos homens e no gado e por toda a terra do Egito. Os magos egípcios tentaram reproduzir tal feito, mas reconheceram a sua impotência e disseram: “Isto é dedo de Deus” (Êxodo 8:19). Atribuía-se ao deus Tot a criação do conhecimento, da sabedoria, da arte e da magia, mas nem mesmo esta divindade pôde ajudar os magos a imitar a terceira praga. Este foi mais um golpe contra a falsa religião do Egito.

FATOS:
Os piolhos não estão relacionados com a higiene pessoal. Podem fixar-se em qualquer tipo de couro cabeludo, esteja este mais ou menos limpo;
O comprimento do cabelo é indiferente, uma vez que o foco do contágio por piolhos é o couro cabeludo e não os cabelos;
Os piolhos não saltam, o contágio ocorre através do contacto direto entre cabeças, sendo por isso as escolas, os principais locais de contaminação devido às brincadeiras de proximidade, troca de roupas, chapéus, escovas, entre outros;
Os piolhos são incolores. Ganham tonalidade apenas depois de morderem o couro cabeludo e à medida que aumentam o seu volume.

A Quarta Praga do Egito. As Moscas.

(Ex-8, 16-28).
O Faraó terá que reconhecer: Javé está no país como aliado dos hebreus, dando forca ao projeto deles. As negociações continuam. Faraó negociou com Moisés dizendo primeiramente que os israelitas poderiam oferecer sacrifícios dentro da própria terra, depois no deserto, mas não muito distante. Moisés obriga o Faraó a ser mais concreto, e consegue contra argumentar e cobrar o prometido. Mais uma vez, a praga cessou em resposta à intercessão de Moisés.

O TRABALHAR DAS MOSCAS
As moscas são pragas que convivem diariamente em nossas vidas. As moscas são insetos – da ordem Díptera – que podem ser encontrada em todas as partes do mundo. Estas pragas possuem atividades comportamentais características tanto para a vida doméstica quanto a varejeira, estando associadas à busca do alimento e de um local propício para o desenvolvimento dos seus ovos.
A mosca doméstica, espécie mais comum em ambientes urbanos, tem uma maior atividade nas horas mais quentes do dia e à noite passa um longo período de repouso, em fios, cercas, vegetações, entre outros. Esta praga não é ofensiva ao homem, entretanto mesmo não picando o homem, estas moscas podem carregar e espalhar um grande número organismos que causam doenças nocivas aos humanos.

A Quinta Praga do Egito. A Peste dos Animais

(Ex-9, 1-7).
As pragas anteriores foram repulsivas e dolorosas, mas essa foi a primeira que causou perdas materiais. Animais valiosos usados para alimentação, transporte e produção, assim como animais considerados sagrados (pelos egípcios), morreram com a peste. Javé como sempre, continua ao lado do Seu povo, e o Faraó se vê em papos de aranha; sendo obrigado a reconhecer o fato.

Sexta Praga. As Ulceras

                                       


(Ex-9, 8-12)
Nesse momento os egípcios, inclusive os magos, experimentaram pela primeira vez o poder do Senhor sobre a saúde física, tanto dos homens quanto dos animais. 
Essa praga atinge diretamente os magos, que sustentam e defende o poder político do Faraó. 
Todo o aparelho ideológico do Faraó está em frangalhos; ele não consegue neutralizar a ação de Moisés e não tem como se sustentar.

DETALHE:
A imagem mostra um Faraó com úlcera, fazendo referência às pragas.


A Sétima Praga. A Chuva de Granizo

 (EX-9, 13-35).
O Senhor avisou aos egípcios que protegessem servos e animais. Deus não devia nada ao Faraó e poderia tê-lo destruído se assim O desejasse. 
Essa praga atinge em parte a produção de alimentos e principalmente o setor têxtil e vestiário (linho) e, além disso, provoca divisão na classe dirigente (v.s, 20-21); alguns ministros procuram obedecer a palavra de Javé, não para se unirem ao projeto Dele, mas porque veem seus próprios interesses ameaçados e não encontram outra saída. 
Certamente, nenhum dos muitos deuses egípcios não pode fazer nada em prol dos egípcios.

A Oitava Praga do Egito. Os Gafanhotos

(Ex-10-1-20)
NÃO CEDER EM NADA.
O alimento que o Egito precisava foi consumido por essa praga. Os gafanhotos comeram tudo que havia crescido ou se recuperado desde a chuva de pedras. 
Acelera as negociações; agora, até os ministros pressionam o Faraó, e Moisés não sede um passo sequer.

O FARAÓ SE LASCOU...
A proposta do Faraó (v.s, 10, 11) é de manter as crianças como reféns, para garantir o retorno dos homens.

A Nona Praga do Egito. As Trevas.

(Ex-10, 21-29)
Assim como a terceira e a sexta, a nona veio sem aviso. Agora, “a suprema divindade egípcia o deus sol Rá”, mostrou-se insuficiente para ajudar os egípcios em meio a uma escuridão palpável que durou três dias. Essa praga leva o Faraó a ceder mais um pouco; Moisés, porém, continua sem fazer concessões; as negociações são interrompidas e Moisés é ameaçado de morte.